Sustentabilidade

Engenharia de informação, não greenwashing · Atualizado a 29 de junho de 2026

Na Wallnut, sustentabilidade não é uma narrativa de materiais verdes: é eficiência digital, transparência e rastreabilidade. Arquitetura, engenharia e construção sob o mesmo tecto, com uma plataforma BIM própria que reduz retrabalho, desperdício e opacidade. Preferimos números pequenos e verdadeiros a grandes alegações vazias.

Frota 100% elétrica

Estamos a substituir toda a frota diesel de passageiros por elétricos: 3 Kia e-Niro, 1 Tesla Model 3 e mais um e-Niro este mês. Ficam apenas veículos de carga para necessidades específicas. O carregamento é feito na nossa sede, em tarifa 100% verde com Garantias de Origem, ou em obra do cliente.

O nosso consumo de gasóleo certificado de FY2025 (€41.500/ano) equivale a ≈ 55–60 t CO₂e/ano (FY2025, certificado), a frota inteira (Scope 1; agora confirmado por litros medidos de ~23.200 L/ano no 1.º semestre de 2026, coincidente com as contas certificadas de 2025). Os carros elétricos foram adquiridos há muito pouco tempo, pelo que a queima de gasóleo ainda não desceu nos dados, e não reclamamos qualquer redução enquanto os litros não descerem. O armazém do Barreiro, onde a frota carrega sobretudo, está em tarifa 100% verde (0 kg CO₂ por fatura); o escritório de Lisboa está em tarifa normal. Em obra, o carregamento usa a eletricidade do cliente. Publicamos o baseline e a ação, não um número de redução inventado.

Deslocações casa-trabalho: Scope 3 (evitado, não uma redução)

A equipa trabalha em modelo híbrido: a maioria desloca-se de transporte público, automóvel eléctrico ou a pé; dois colaboradores vivem a distância de caminhada do escritório e um trabalha totalmente remoto. Se a equipa da área metropolitana conduzisse até ao escritório, emitiria cerca de 17 t CO₂e/ano (cerca de 28 t a cinco dias por semana), emissões que a nossa política evita. Não contabilizamos isto como redução: nunca foi emitido, e “zero combustão” não é “zero carbono”.

Como medimos, e o que ainda não medimos

Seguimos os referenciais voluntários EU Level(s) e VSME, adequados à nossa dimensão, não o CSRD, que não nos é obrigatório (alegá-lo seria greenwashing).

Cada número que publicamos tem data e fonte. Onde ainda não temos dados (consumo elétrico do escritório, carbono incorporado por projeto), dizemos «vamos medir», nunca apresentamos um valor que não seja real. Não usamos «net zero».

Digital, aberto, sem papel

100% dos projetos num ambiente comum de dados alinhado com a ISO 19650; modelos IFC e openBIM; medição automática a partir do modelo; e um motor que verifica 7.122 regras regulamentares sobre o projeto.

Resultado: menos papel, menos deslocações (captura de realidade 3D em vez de revisitas físicas) e menos retrabalho: eficiência que é, em si, uma decisão de sustentabilidade.

Pessoas e governança

Custeio de mão-de-obra justo e transparente (salário + encargos, sem bandas inflacionadas), conformidade fiscal (SAF-T) e uma plataforma auditável onde cada decisão tem origem datada. Integridade de informação é a base da nossa sustentabilidade social e de governança.

Compromissos 2026–2028

  • Frota de passageiros 100% elétrica concluída e medida (litros reais, não estimados).
  • Pegada de carbono incorporado (LCA) faseada nos novos projetos.
  • Este relatório público mantido atualizado.
  • Candidatura B Corp em 2027.
  • Paridade de género na liderança até 2028.

Honestidade primeiro

Este é um documento vivo. Se um número não é real, não aparece aqui. Fala connosco sobre como construímos.

Construímos com transparência.

Veja como a mesma honestidade se reflete nos projetos que entregamos.

Vamos avançar?

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